(...)
Sinto-me
distante de tudo
quando
deixo de acreditar
em mim;
Sinto-me
só
quando
desisto de ouvir
o essencial que me (co)move;
Sinto-me
insolente
quando
tenho receio
dos meus próprios sonhos;
Sinto-me
vazia
quando
deixo de me cuidar
e de me amar;
Sinto-me
sem sentido
quando
deixo de sentir
a poesia em minha vida.
